Sexta-feira, 15 Dezembro 2017
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Desejosa

A freguesia de Desejosa  é composta por duas povoações Desejosa e balsa do Douro.
Recebeu foral em 1514.
As gentes desta terra falam essencialmente de trabalho, das vindimas e das encostas onde se produz um excelente vinho.
O património remete-nos, essencialmente, para a capela de Santa Bárbara e para a igreja matriz, construída no séc. XIV, caracteristicamente de arquitectura religiosa, maneirista e barroca. Além deste património, a freguesia da Desejosa é rica pela sua paisagem tipicamente duriense


Outras informações:

Concelho: Tabuaço
Área: 7,7 km2
População: 189 hab. (2001)
Densidade: 24,5 hab./km²
Orago: Santo Antão


Igreja Matriz de Desejosa (Igreja de Santo Antão)

Acesso: De Tabuaço pela EN 323, virando à direita pela EM 1587, até Desejosa;
Gauss: M-250.455, P-462.853, CMP, Fl. 128

De invocação a santo Antão, a igreja foi construída no séc. XIV, sofrendo depois alterações desde o século XV ao séc. XX. De arquitectura tipicamente religiosa, maneirista e barroca, a igreja apresenta-se exteriormente muito simples, estando descaracterizada pelo alprendre, dela apenas se destacando o campanário.


Igreja Matriz de Balsa
Época de Construção: Séc. XVI

Arquitectura religiosa, vernácula e barroca. Igreja muito simples e de pequenas dimensões, de que se destaca a decoração interior, constituindo um bom exemplo regional da conjugação de uma arquitectura religiosa. Vernácula com alguns elementos maneiristas e barrocos na decoração.


Capela de Santa Bárbara
Capela de Santa Bárbara, de finais do séc. XVIII ou inícios do séc. XIX, situada a meio caminho entre as povoações de Desejosa e Balsa. encontra-se inserida no Alto Douro Vinhateiro – Património Mundial, assim como a totalidade da freguesia.

Segundo Almeida Fernandes, o topónimo da freguesia e povoação de Desejosa, povoação alcandorada nas encostas declivosas do vale do rio Távora, e que já aparece documentada na Idade Média, poderá advir de uma qualificação como “terra desejosa”, porventura desejosa de águas, como também escreve o autor, referindo a existência de um riacho, afluente do rio Távora, cujas águas seriam exploradas pela população, para a sua sobrevivência.